quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Pombos e refugiados

Acho incrível como a gente sofre. A gente e os animais. Desta vez são os pombos e muito provavelmente muitas outras espécies. Entre elas, seres humanos.
Há “matanças cíclicas” e abates de pombos cujo procedimento se baseia em gasear os pobres animais que não têm culpa de serem tantos em Portugal. A forma de evitar essas crueldades é-nos dita pelo jornal Público: “contracetivos orais”. Diminuir a capacidade reprodutiva dos pombos pode também ser conseguida através da substituição dos seus ovos por ovos de gesso.
E porque é que não podemos ter tantos pombos? Para não haver uma praga, isto é, para proteger a saúde pública. Certo é que abater animais não é a melhor solução, pelo que apoio a ideia estrangeira da substituição por ovos de gesso. Porém, não considero aceitável a medida de que agora tomo conhecimento. Sabem quando se vê, nos filmes, os idosos sentados perto de um lago a dar comida aos pombos? "É proibido, constitui contraordenação e o indivíduo é sujeito a coima".
Sinceramente não percebo qual o mal de as pessoas alimentarem os animais que deambulam perdidos. Não percebo porque se há de pagar coima por estar a ajudar um animal.   

É terrível a forma como vemos animais e pessoas. É terrível perceber a sua (des)valorização. Animais que são abatidos e mortos por serem muitos e, por outro lado, pessoas que são insultadas por serem muitas a fugir da guerra. A fugir de um sofrimento que não conseguem controlar.

A questão dos refugiados não é algo estranho ou anormal. Vários portugueses ainda se lembram bem do momento em que fugiram, muitos a salto, dos conflitos que assolavam países vários no tempo da Segunda Guerra Mundial. É um sofrimento inimaginável o tentar salvar os familiares de um conflito que os pode matar. De um conflito que não podem controlar, repito.

Admiro pessoas como os sírios que com grande determinação procuram sobreviver. São pessoas na sua maioria de classe média. Pessoas que querem trabalhar, ao contrário do que alguns afirmam. Vejamos que eles estão a contribuir para a economia dos países que os recebem. Eles fazem trabalhos que nós não aceitamos, talvez por serem menos remunerados, mas cujo retorno é importantíssimo para a economia.

Podem dizer-me que depois há a questão da saúde, educação e et ceteras que se incluem nas despesas da sua vinda. No entanto, eu olho para eles como pessoas e como pessoa racional que sou não consigo não ajudar quem tanto precisa. Por exemplo, visitando a página http://help-siria.pt.vu/ e, assim, contribuir cinco cêntimos. É dinheiro. Dá sorrisos.

Por fim, temos então de respeitar acordos e pessoas. Lembrar também os animais e a forma como combatemos problemas. Para tudo há uma solução melhor, mais racional, menos sofrível. Quer para pessoas, quer para animais.


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

On the Radio #1

A música é uma mistura de sensações e ritmos. Recorda momentos.

Eu estou a tirar o curso de Jornalismo e Comunicação e começámos a incidir o estudo na área da rádio. Que é entretenimento e informação. É apaixonante, portanto. 

É certo que a rádio é sobretudo usada para escutar música. Uma das minhas cantoras favoritas é sem dúvida a Mariza. Uma fadista portuguesa extraordinária.


A emoção e os arrepios afloram à pele assim que o Oh Gente da Minha Terra humilde começa com os primeiros acordes. Porém, também o tema Chuva deixa as lágrimas no canto dos olhos, porque "há dias que marcam a alma e a vida da gente".

Gosto particularmente da letra da música. Gosto tanto que me emocionei a ouvir a interpretação de Luís Travassos, ex-concorrente do programa Ídolos.

sábado, 12 de setembro de 2015

Opinião: O vício dos 'likes'


"Quero mais", mais e mais. Este é o pensamento que invade quem está viciado, quem já não impõe limites à sua ambição. O desejo de ser famoso, de ter "gostos" nas Redes Sociais e para tal não olhar a meios para atingir os fins.

É esse o problema: uns destroem barreiras com o seu trabalho árduo e outros querem atingir o estrelato de qualquer forma. No programa "Você na TV", da TVI, transmitiram

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Nas Gavetas Escondidos #31



"Arouca?! Onde fica?" foi logo a minha reação quando me falaram do Passadiço de Arouca. É nessa terra do norte de Portugal que se localiza o Geopark. 8 quilómetros de um passadiço de madeira aventuram os caminhantes a conhecer a beleza natural tão típica do nosso país.
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