quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Nas Gavetas Escondidos #35

“Tive de trabalhar muito, para estar onde estou hoje. E vou continuar a trabalhar para melhorar mais. Há não muito tempo, eu estava em Sheffield,  a trabalhar  numa fábrica que faz fibra de carbono para ser utilizada em talas médicas. Aquilo era muito duro… As minhas costas começaram a ceder e a doer seriamente… Abdiquei da indemnização, decidi tirar um ano e dedicar-me exclusivamente ao futebol. Tive muita sorte. Tinha deixado a fábrica há quatro dias e apareceu o convite do Halifax Town.  Dei por mim a viver de um salário ligado ao futebol e a jogar a tempo inteiro. Devido ao futebol, só num ano, faltei 36 segundas-feiras ao trabalho na fábrica! Aos sábados jogava no Stocksbridge e aos domingos na equipa de um bar local, que se chamava The AnvilNoventa minutos no sábado, noventa minutos no domingo, como é que eu ia carregar moldes na segunda-feira? 
Devido a tudo o que tive de passar para chegar a este ponto, acho que aprecio isto tudo, mais do que os outros. Eu, literalmente, não me importava de jogar futebol todos os dias! Vi jogadores muito bons nas divisões amadoras. O problema é que os clubes profissionais não estão dispostos a arriscar neles. Felizmente para mim, o Leicester arriscou…”. 



sábado, 13 de fevereiro de 2016

Foto(grafia)s #3

Já não me recordava de todos os pormenores do meu Dia de São Valentim de 2015. Fui aos arquivos e encontrei isto: aqui

Hoje tinha de o celebrar convosco, claro, mas com uma abordagem nova... que tal irmos aos arquivos fotográficos?


Esta é a eterna fotografia do marinheiro a beijar uma enfermeira em Times Square num ano que soa a História: 1945. 

Era o regresso dos soldados às suas casas. Festejava-se o fim da Segunda Guerra Mundial e o fotógrafo Alfred Eisenstaedt saiu à rua a par de milhares de americanos. “No Dia da Vitória, eu vi um marinheiro que vinha a agarrar todas as moças que ia encontrando. Corri até ele com a minha Leica. Mas ao olhar para trás, por cima do meu ombro, vi de repente alguma coisa branca a ser agarrada. Cliquei o momento em que o marinheiro beijava a enfermeira”, declarou Alfred Eisenstaedt.

Os dois fotografados não se conheciam. Foram unidos pela espontaneidade que aquele momento de grande felicidade gerou. Beijaram-se. Um beijo que ficou registado por dois fotógrafos: Victor Jorgensen e Alfred Eisenstaedt, da revista Life. Fotografias em que apenas o ângulo é diferente.

«Na década de 40, não era comum beijar em público e sair para as ruas com uniforme de trabalho. Dessa forma, torna-se perceptível que aquele dia foi excepcional, dia de comemoração», explica Maria SantosÉ um momento que regista o fim de um conflito e a felicidade que se vivia não apenas em Nova Iorque como em todo o mundo.


Fontes de Informação
Expresso | Blog Pimenta com Limão | GET |

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

On the Radio #4




"O Filho do Recluso" (ou do "reculuso") é das músicas que mais curiosidade me tem despertado nos últimos dias. Não por ser uma música espetacular cuja melodia me encanta, até porque gosto pouco de gritos. No entanto, a música espelha bem o sofrimento do menino de tenra idade.

Descobri a música ao ler o fantástico livro O Tempo Morto é um Bom Lugar, de Manuel Jorge Marmelo, que já vos apresentei no Instagram. Fui ouvi-la e, para além dos gritos de sofrimento cantados pelo Júlio Miguel, despertou-me a atenção as 1 304 434 visualizações do vídeo, desde 2008.

De facto, teve muito sucesso em 2008/2009 e correu o top de algumas discotecas e snack-bars. É inegável que a música fica no ouvido, mas não me faz adorá-la. Nada contra quem gosta dela. 

Conclusão: esta música podia estar num "Nas Gavetas Escondidos", até porque deve ter feito parte da juventude de muitos de vós, Internautas. Digam nos comentários a vossa opinião sobre esta música e se já a conheciam. Até à próxima postagem!


Sigam o Instagram @atualidadesclaudiapereira


terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Tradições Carnavalescas

Carnaval é sinónimo de folia e criatividade. Costumo preparar no próprio dia o fato que vou usar. A máquina de costura torna-se a minha aliada, a par da Internet onde procuro ideias e formas de gastar pouco dinheiro numa roupa que só se veste uma, duas ou três noites. 

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Dicas de inverno

Foto: Cláudia Pereira

O inverno chama o frio e a consequência são as constipações. Talvez por isso muita gente não goste do inverno e prefira o calor veranil. Já eu sou do contra. Adoro usar casacos quentinhos e pôr um cachecol ao pescoço. Sair de casa e dar uso às botas que não deixam passar água. Depois seguem-se poças de lama como se fosse criança novamente. Chegada a casa lá vem a chamada de atenção da Mãe porque estou a sujar o chão todo.

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