quinta-feira, 30 de junho de 2016

terça-feira, 28 de junho de 2016

Casada à Força


Porrada
Fuga. 
Casamento forçado. 
Um filho. 
Violência. 
Tribunal. 
Loucura. 
Pais. 
Porrada
Anorexia. 
Humilhação

domingo, 26 de junho de 2016

Opinião: Filme "A Thousand Times Good Night"

"A guerra, segundo Faulques, “(…) só pode ser bem fotografada se, ao levantarmos a máquina fotográfica, não formos afetados pelo que vemos… O resto é preciso deixar para mais tarde” (...).Durante meia hora, fotografou aqueles homens, um por um, (…) onde sobressaía o branco dos olhos horrorizados que olhavam para a máquina. (…) Carne crua. Nunca como nesse dia o cheiro dos corpos africanos lhe pareceu tão semelhante ao da carne crua”...". (in Pérez-Reverte, A., O Pintor de Batalhas).

O tempo não volta atrás. As decisões estão tomadas. Num instante tudo muda. Uma bomba explode e a vida da protagonista altera o rumo. A vida de uma repórter de guerra que vive a paixão de estar em locais onde há feridas, bombas, sofrimento. 

As histórias através de fotografias.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Opinião: Quadros de Honra

DR
Os quadros de honra são necessários sim. É quando somos pequeninos que começamos a pensar na profissão que queremos exercer e que nos dedicamos a ela, embora ainda na brincadeira. Uns começam a fazer experiências com receitas na cozinha, juntando ingredientes. Eu comecei de pequena a estudar afincadamente para ser professora e a ler em voz alta, ensinando as paredes.

As notas na escola são muitas vezes a ponte para as profissões tão desejadas, mas nem sempre. Um pedreiro não precisa de tirar excelentes notas, mas um médico precisa. Na escola, o estudo permite receber um prémio. O quadro de honra premeia quem se esforçou e conseguiu notas de excelência, recebendo um prémio monetário e/ou um diploma. O dinheiro pode ajudar a alcançar outros objetivos, o diploma vai para o currículo e dá ânimo para continuar a ter boas notas.

No meu caso deram-me alento a melhorar os meus resultados na escola. Até um certo ano de escolaridade ficava sempre sentada nas cerimónias de entrega dos diplomas dos quadros de honra. O meu grupo de amigos subia ao palco sorridentes e eu e uma colega ficávamos sempre sentadas a vê-los, estávamos contentes por eles mas pelo menos eu cheguei a um ponto em que também queria a distinção. Esforcei-me mais e consegui. Claro que o estar no quadro de honra não é o único fator que faz alguém ter melhores notas mas é um dos. 

Porém, será necessária essa distinção no ensino primário? Aí já estamos a incentivar os pequenos a dedicarem o seu tempo a estudar em vez de brincarem tanto. Porém, esses incentivos e pequenas festas notam-se noutras coisas. Não ficam pelos quadros de honra a começar pelas viagens de finalistas logo no 4º ano - coisa que eu não tive e que acho desnecessárias, sobretudo se tivermos em consideração que muitas famílias não conseguem pagar uma viagem de finalistas, começando desde logo a distinção entre quem vai e não vai, entre quem tem dinheiro e quem não tem mais dinheiro para além de comprar o essencial.

Quem fica sentado nas cerimónias de entrega de prémios ou quem não vai a uma viagem de finalistas fica triste. Nem todos. Há quem não dê importância nenhuma àquilo, mas eu continuo a acreditar que os quadros de honra são importantes sim para congratular quem se esforçou e não desistiu e para incentivar os colegas de que vale a pena ter boas notas, mesmo que a profissão que eles querem não o exija.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Opinião: Ronaldo atira microfone da CMTV a lago

O jornalista da CMTV, Diogo Torres, perguntou ao jogador: “Ronaldo, preparado para este jogo, hoje?” e, na sequência desta pergunta, o avançado da seleção portuguesa agarrou no microfone e atirou-o para o lago. 


De um lado o ato de atirar um microfone a um lago na sequência de uma questão de um jornalista e, do outro, o facto da CMTV ter entrado numa área onde não era permitida a entrada de jornalistas para questões.

Ponto 1 - Era preferível dizer que não respondia ou simplesmente ficar calado ao ouvir a questão do jornalista em vez de atirar o microfone ao lago. Se a fonte tem direito a não responder, o jornalista tem direito de resposta.

Ponto 2 - A CMTV entrou num local onde não era permitida a entrada de jornalistas. 

Ponto 3 - A CMTV deve apresentar queixa, sobretudo caso o microfone tenha ficado danificado.

On the Radio #6


Quantas vezes ouvimos canções porque estamos felizes, chateados, tristes? A música e a dança refletem estados de espírito e sentimentos, levando-nos depois na dança dos pensamentos sobre a vida. 

No mundo da música é quem escreve quem dita a melodia e sobretudo a letra, procurando chegar ao máximo de ouvidos possíveis. A concorrência é muita, o trabalho também e portanto a tarefa de agradar a todos é difícil e até impossível. O importante é não desistir, pois quem desiste ao primeiro não fica pelo caminho e não consegue chegar ao patamar da Alessia Cara ou de outros cantores/compositores.

sábado, 18 de junho de 2016

A atualidade

Foto: DR
As notícias fazem-se para ser lidas, ouvidas e para informar. Porém, numa sociedade do conhecimento como esta onde a informação circula em todo o lado, será que as notícias são a única forma de estar a par do que se passa? E o Jornalismo... será que está com o seu fim determinado?

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Opinião: "ser homossexual faz mal à saúde"?

Foto: CMTV
A começar pelo nome, a homofobia já denuncia (e denunciava) algo de errado.
O comentador João Malheiro disse que "ser gay faz mal à saúde", fundamentando o seu argumento com a afirmação errada de que “só há cerca de 10 ou 15 anos a Organização Mundial de Saúde (OMS) entendeu a homossexualidade como não doença, até contra a minha opinião”. Na realidade foi há 26 anos, em 1990.
Porém, não é a primeira vez que João Malheiro dá a sua opinião sobre homossexualidade. "Os homossexuais julgam-se superiores! Estou farto! Estou cansado dos homossexuais que têm a mania que são melhores que os heterossexuais", disse no programa "Flash! Vidas". Afirmação que, mais uma vez, não explicou. Eu, sinceramente, não percebo porque é que o jornalista João Malheiro considera que eles se acham superiores aos outros. Conhece assim tantos para ser uma amostra tão grande que lhe permita tirar esse género de conclusões? Porque é que distingue os homossexuais dos heterossexuais?
Mais, porque é que “a violência pode ser um ato de amor”? Fala sobretudo da violência verbal, mas nem que fosse a física, como assim um ato de amor? Explica o comentador desportivo que o ciúme leva por vezes a que alguém dê um estalo ao/à companheiro/a sendo por isso um ato violento por amor, embora "reprovável". 
São estas opiniões que levam a atos de violência; aos números de mulheres e homens mortos por violência doméstica e aos outros que sofrem nas mãos dos agressores; a um sofrimento de quem é homossexual ou LGBT; a uma não aceitação do que, ou de quem, é diferente. Mas, afinal, não somos todos nós diferentes e todos IGUAIS? Cada um tem as suas características e especificidades, mas também todos nós nascemos da mesma forma, enfrentamos desafios, partilhamos o planeta Terra. Partilhamos também experiências e saberes, sendo que temos de ter uma mente aberta para podermos aprender, crescer, ser mais e melhor no que somos e fazemos lembrando sempre que ninguém é superior a ninguém e que não se pode dizer "nunca" porque um dia pode-nos calhar a nós. Sabem porquê? Porque somos todos IGUAIS.
Imagine, João Malheiro, e imagina tu que estás a ler isto, que o teu filho era homossexual. Mandava-lo para o médico para se curar? Apoiava-lo? E se tu fosses homossexual? E se tu não gostasses de ser homem/mulher e quisesses ser mulher/homem? Que fazias?
Vejamos que, felizmente, o mundo está em constante evolução, com novas descobertas e novos hábitos de vida. Vejamos que antigamente se acreditava piamente que a Terra estava no centro do universo, mas agora sabe-se que é o Sol que está no centro e os planetas giram à sua volta. Houve uma evolução de métodos e depois uma mudança de mentalidades. Uma alteração progressiva mas, como em tudo, há quem continue com a sua opinião e não a mude, não se meta no lugar do outro, o que é algo que um jornalista deve fazer, como dizem os códigos deontológicos que regem a profissão.
Houve uma progressiva evolução de definições de conceitos e o de homossexualidade alterou também. Tal como o de homofobia que vem do grego “homo” (significa “igual”) e “fobia” (“medo”) mas que se alargou para o ódio, a aversão, repulsa, nojo, enfim, qualquer sentimento contra a homossexualidade. 
O problema é que para além de João Malheiro há mais pessoas que são homofóbicas. Quando me dizem esse género de opiniões tento sempre perceber porquê e questiono-as, mas até agora ainda nenhuma dessas pessoas me deu uma justificação tão válida que me fizesse mudar a minha visão. Sabem porquê? Porque somos todos IGUAIS. Não neguem isso ou , pelo menos, quando negarem dêem boas justificações.

Quem é João Malheiro?

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Futebol à Parte #4

Foto: FADU - Federação Académica do Desporto Universitário
O 7º Campeonato Mundial Universitário de Canoagem premiou atletas portugueses que levaram para casa duas medalhas de ouro, cinco de prata e uma de bronze. No total, a competição reuniu 162 atletas de 18 países em Montemor-o-Velho, Coimbra, entre 7 e 10 de junho.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

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Opinião: Precisamos de PAZ MUNDIAL


Há uma escalada de violência assustadora no mundo. Não sei o que as estatísticas dizem, mas parece-me que já se deviam ter tomado medidas. Mais do que os meios de comunicação social selecionarem sobretudo notícias negativas, chegámos a um ponto em que não há paz.

Não há um dia sem notícias más, dramáticas, com mortos e não só.

Agora foi Orlando. Anteontem Christina Grimmie foi assassinada. Foram os atentados de Bruxelas, Paris, Ancara, Paquistão. Só para referir os mais recentes e falados, porque depois há o mundo de que poucos falam.

Há também a violência com as palavras; a violência de ver alguém mal e não fazer nada; a violência sem armas. Mas agora estou a falar da violência que mata e fere numa fase em que se pensa em dinheiro e ponto. Para o conseguir, vale tudo?

Está na hora de deixar os interesses de lado e de dar apertos de mão. Não sei onde isto vai parar mas o receio anda no ar. Paris, o caso que melhor conheço, ainda tem receio de sair à rua, tem a vigilância apertada, os cidadãos não deixaram de fazer as suas vidas mas lembram-se do que se passou.


Não se faz nada para travar esta falta de paz mundial?!

domingo, 12 de junho de 2016

Nas Gavetas Escondidos #37



Fernando está a pôr a União de Freguesias de Matas e Cercal nas bocas de Portugal. É ele o responsável pela construção da piscina em Poças (Matas) que tem atraído visitantes de toalha às costas e chinelos de praia. Vêm de vários pontos - de Braga, Lisboa, Coimbra e até do estrangeiro. Dizem-lhe que não existe nada assim em Londres ou noutros países do mundo.

A piscina só lhe dá prejuízos. Mandou construí-la, é ele que a mantém mas é para a comunidade. Todos podem lá ir gratuitamente, embora possam deixar uma ajuda numa caixinha para a manutenção do espaço. Quando lá fui, estava o senhor Luís a pintar o chão à volta da piscina, como faz todos os anos. Os custos ficam a cargo de Fernando que revela que a sua vida não é só isto. Ultrapassou várias barreiras e desafios. A guerra, o cancro, a reforma, a serralharia são alguns pontos da vida que ele encara com um sorriso na cara apesar das dores que sente. Mas isso é uma grande história que mais tarde vos conto.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Leiria em Imagens


Leiria é conhecida pelo empreendedorismo e pelo castelo medieval que relembra D. Afonso Henriques e o ano da sua construção - 1135. Também D. Dinis deixou marcas na cidade histórica e o seu nome figura em muitos lugares.
Já foi considerada a terceira melhor do país onde viver e muito se deve a estas paisagens. 

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