segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Iniciativa 400 000

Se tivessem um canal ou um blog e atingissem os 400 000 subscritores o que fariam? Uma mega festa com os amigos todos super maquilhados e bem vestidos? Pois, essa seria a resposta comum, mas um YouTuber fugiu à regra e foi para a rua ajudar.

O Tiagovski é um youtuber português que faz vídeos sobre jogos, atingiu os 400 000 subscritores e, para festejar, foi distribuir comida pelos sem-abrigo. Percorreu ruas do Porto e encontrou em becos, numa ponte, junto a um hotel alguns sem-abrigo. Uns não comiam há um dia, outros na rua há um ano e meio e ainda um outro que ficou super feliz quando lhe disseram que agora tinha duas camisolas novas para o frio. 
Esta iniciativa é pouco comum no YouTube. Aqueles que atingem um número elevado de subscritores ou cujos vídeos têm muitas visualizações normalmente aproveitam para gastar o dinheiro em roupa, comprar material de qualidade para os seus vídeos, etc. Claro que cada um deve gastar o seu dinheiro da melhor forma, mas quando alguém se destaca pela positiva eu aplaudo. Olhar para os outros é muitas vezes complicado, não damos ouvidos às suas histórias e pensamos que são todos iguais. Porém, há muitas histórias na rua pelo que é importante começar realmente a vê-las e ouvi-las. 

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Nas Gavetas Escondidos #39

Acredito que a determinação faz a força, a vontade nos move e a perseverança é o ponto de partida. Jair da Silva acredita nisto certamente. Ele é professor universitário, está desempregado e passa as horas a distribuir cartões personalizados nos semáforos de São Paulo.


terça-feira, 20 de setembro de 2016

On the Radio #10


Mila Ferreira surpreendeu-me. A sua presença em palco é fantástica, veste-se a rigor consoante a música que vai cantar e preocupa-se em não estar parada no palco, seja uma música ao vivo ou não. Fixamo-nos ao ecrã sem darmos por isso e quase sentimos a dor da cantora enquanto interpreta "Je Suis Malade".
Depois de uma breve pesquisa, a sua presença em palco deixa de surpreender porque Mila Ferreira já representou peças de teatro e aos 16 anos entra no mundo da música. Licenciada em Direito, deixou as suas raízes em Minde e nas Caldas da Rainha e veio para a capital portuguesa, Lisboa, onde chegou a apresentar três programas de televisão e a trabalhar na rádio. 

domingo, 18 de setembro de 2016

Sea World / Demência


“A demência destrói memórias, por isso deixamos de poder partilhá-las com os nossos entes queridos.” Diz a primeira página do diário do jogo “Sea Hero” criado pela Deutsch Telecom que visa ajudar os cientistas a encontrar uma cura para a demência.
O jogo conta a estória de um rapaz que outrora viajara com o seu pai pelos oceanos e encontraram criaturas magnificas registados a caneta num diário. O pai envelheceu e, uma a uma, as suas memórias foram desaparecendo.

“Um dos primeiros sintomas da demência é a perda do sentido de orientação” e por isso o jogo leva o seu jogador a memorizar um mapa e a navegar através dos pontos que ele indica recreando assim as memórias do rapaz e do seu pai podendo também tirar fotografias aos novos animais marinhos que vão aparecendo e ficando assim registados no diário.



Por Pê
(colaboradora do blogue)

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Caminhada Sobre Rodas

video

O Grupo Missionário Ondjoyetu é de Leiria mas tem desenvolvido vários projetos em Angola e no Alentejo, de auxílio à população e de evangelização.
"A caminhada solidária ONDJOYETU visa angariar fundos para a aquisição de um jipe destinado à Missão do Gungo (Angola), a fim de substituir o veículo que há quase dez anos serve esta missão. O jipe, carinhosamente apelidado Cavalinho Branco, acusa já bastante desgaste pelos seus quase dez anos de circulação nas duras picadas (estradas de terra batida) do montanhoso Gungo e pelos mais de 300.000 km de missão cumprida. 

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Segunda Tentativa

Parte 1 - AQUI.

2 de fevereiro de 2016
Hoje a Mãe trouxe-me um pastel de nata. Ela não se justificou mas, para mim, foi um "parabéns" expresso num bolo delicioso. Ontem passei no código. Sim, passei no exame teórico no qual chumbei há uns meses a esta parte. Dessa outra vez, quando entrei na sala de exames comecei a tremer literalmente dos pés à cabeça. Não conseguia ler cuidadosamente as questões nem as opções de resposta e, claro, o meu perfeccionismo deu azo a um "reprovou". Vim o caminho do centro de exames à escola de condução com um peso nos ombros, as ideias enroladas em pensamentos negativos e o corpo sem reação. A viagem parecia não ter fim. Depois da chegada à escola, fui de bicicleta até casa, durante uns longos 16 km, a chorar. Era de noite.
Vim o caminho todo a pensar como contava à minha Mãe. Quando cheguei, ainda a chorar, expliquei que tinha ido a exame e dei-lhe o papel a dizer "reprovou".
Depois de uma longa conversa com a minha Mãe, abri os olhos. Foi bastante difícil reerguer a cabeça, colocar as costas direitas e olhar em frente. Porém, depois de pensar em tudo, agradeço o abanão que me deram porque me ensinou muito.


Após ter chumbado, as aulas começaram 6 dias depois e ainda nem tinha recuperado do abanão. Ninguém sabia que eu estava a tirar a carta, muito menos que eu tinha feito exame de código. Esforcei-me imenso para passar nos exames todos à primeira, na época contínua e com boas notas. Assim tive um mês em casa. Passei a maioria dessas "férias" na escola de condução. Ia para lá bem cedinho fazer os testes no computador, chegava a casa e estudava código. A professora de código sempre que passava por mim dava-me uma palavra amiga e dizia que era melhor eu fazer uma pausa. Duas semanas depois a professora viu-me no computador e desafiou-me ir a uma aula. Eu fui mas já não era tão bom ir àquelas aulas porque já não conhecia aqueles colegas. 
Dediquei um mês tempo ao código, fazia desporto e procurei ter uma alimentação saudável. Também não tinha outras grandes tarefas em simultâneo, para além do blogue, pelo que andava muito focada em passar no código.
Em casa, o meu estudo consistia em ler o livro, passar a limpo os apontamentos gatafunhados que tinha feito há uns meses nas aulas, e depois reescrevia as perguntas e respostas dos testes de exame. Todos os dias estudava as partes mais difíceis, como sendo as cedências de passagem. Marquei exame uma semana antes e, desta vez, contei à minha Mãe que ia a exame pelo que tudo foi bem mais fácil com o apoio de alguém.
Fui mais confiante para o centro de exames. Quando entrei naquele centro os nervos ainda começaram a aflorar mas eu expulsei-os com pensamentos positivos porque, afinal, tinha cumprido todas as recomendações anti-stress.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Lisboa


(Re)start foi o anúncio que vos dei no Instagram. Ainda a pensar se será um começo ou um recomeço? Sei apenas que antes de chegar estava cheia de medos e indecisões, mas depois de uma visita por alguns cantos da cidade, fui deixando as pegadas com os receios para trás.
A partir do momento em que se sabe andar nos transportes públicos, tudo se torna mais fácil e é como se a cidade que outrora era gigante e sem fim, se tornasse mais pequena. 
Estou a fazer mobilidade em Lisboa através do programa Almeida Garrett que permite fazer intercâmbio entre as diferentes universidades do país. Por aqui vou ficar durante um semestre o que significa que tenho de começar a dar ao chinelo se quero cumprir alguns objetivos. Não vim só para estudar, vim para aproveitar as muitas oportunidades que esta capital dá que outras cidades/aldeias/vilas não dão. Vamos a isso!

sábado, 10 de setembro de 2016

Nazaré em Imagens


Ficou célebre pelo mar. Encanta pelas suas paisagens. Do Sítio da Nazaré se avistam as gaivotas e o aroma que paira no ar é o da sardinha assada.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Artes (in)separáveis

Quando vim para o curso de Jornalismo queria aprender a excelência de escrever. Pensava que a escrita se aprendia com cursos, mas aprende-se praticando, tal como a comunicação.
Sempre fui aquela que pegava no livro da escola e lia; escrevia muito graças aos TPC, mas não passava os apontamentos a limpo, só mais tarde, em poucas exceções.
No secundário, tive a vontade de querer saber escrever. Lia Eça de Queirós, Saramago e até Fernando Pessoa e queria escrever assim tão bem. Na escola, a professora explicava a época em que eles viviam e tudo fazia sentido. A escrita era o espelho da realidade deles. São autores, sobretudo Saramago, que me conseguem viciar na leitura dos seus livros. Mas não sabia o segredo. "Como é que é possível alguém escrever tão bem?!", pensava. 
Agora já sei o segredo para a escrita e o ATUALIDADES tem sido excelente para enriquecer a minha. Mas paralelamente comecei a interessar-me pela comunicação e as mesmas dúvidas surgiram. Claro que escrever é comunicar, mas falar bem também é comunicar. Eu posso falar muito e não comunicar nada e eu queria saber transmitir mensagens. 
Apesar de diferentes, comunicar e escrever são artes com os mesmos segredos: treinar, treinar, treinar. Como? Aproveitando todos os momentos para escrever, comunicar ou testar as nossas capacidades, aquilo que queremos melhorar.
Já experimentaram aproveitar todos os momentos livres para ler um livro? Por exemplo, quando o livro é tão viciante que até faz parte das nossas refeições. Não o largamos. Isso é aproveitar o tempo (se é bom ou mau agora não interessa). É aproveitar cada momento para fazer algo que gostamos ou para estar com quem mais gostamos.
Comunicar ou escrever bem dependem de ti. A minha escrita e comunicação estão ainda em construção; tu podes começar a trilhar o teu caminho agora. Começa a desenhá-lo já. Tu és as tuas escolhas.


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Estagiar na Rádio #3

"A única maneira de fazer um bom trabalho é amando aquilo que se faz" - Steve Jobs, fundador da Apple



O meu estágio de verão na Rádio Canção Nova chegou ao fim, no dia 31 de agosto. Bons momentos lá passei, entre risadas e gargalhadas houve muito trabalho, felizmente. Hoje vou-vos contar as minhas tarefas diárias.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O Código


Finalmente tenho a carta de condução! Quarta-feira, 24 de agosto, fui a exame e hoje quero-vos falar de como foi todo o processo até a obter. Digo já que não foi nada fácil. Durante todo este tempo procurei informação na Internet e senti falta de mais pessoas a falar sobre a sua experiência, por isso vou-vos contar a minha. Se já tiverem a carta podem sempre contar a vossa história.

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