segunda-feira, 31 de outubro de 2016

A aspirante a médica que escreveu uma carta aberta a Marcelo

0.47 pontos de média a separaram do curso de Medicina em Portugal. Escreveu uma carta aberta ao presidente da República. A Visão publicou-a. As críticas, os confusos e as notícias foram muitas. Tudo com o mesmo ponto de partida: a carta.

Maria Barros candidatou-se ao seu curso de sonho, Medicina, com uma média de 17.3 valores, mas em Portugal as médias de acesso são elevadas e escassas para quem quer cuidar dos outros. Por isso escreveu uma carta aberta a Marcelo Rebelo de Sousa. Esta:

sábado, 29 de outubro de 2016

Ângulos Dramáticos

O primeiro exercício de Fotojornalismo é sobre ângulos dramáticos. O objetivo é tirar fotografias de pessoas ou cenas da comunidade a partir de ângulos específicos, de um ponto de vista pouco comum, ou tirar a alguém emoldurado por algo, ou muito perto. Foi usar a criatividade e fugir aos estereótipos.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Não façam o mesmo

Fiz asneira. Estava a beber chá perto do computador e uma distração levou o liquido a espalhar-se pelo teclado do portátil. Resultado: cinco teclas não funcionam. 

a - b - ENTER - n - | ou \

O "a" e o "n" são as piores. Percebi a falta que uma simples tecla faz. Por exemplo, o | supostamente não faria grande diferença, mas faz. Toda. E está em falta. 
A solução foi ligar um teclado de um computador fixo e problema resolvido, mas não por muito temo porque decidi levar o computador de fim de semana e deixar o teclado em Lisboa. Agora vem o drama. Não imaginam como foi este fim de semana...
Demorei quatro horas a escrever quatro simples email e duas horas a escrever-vos um post (ESTE) - só escrever, fora a pesquisa. Eu tinha-vos prometido que ia falar do livro no fim de semana e não podia falhar. Então andei a copiar e a colar letras... Escrevia a frase e lá deixava o espaço do "a", depois do "b" e copiava um espaço de parágrafo e por aí adiante. Também tinha de esvaziar a caixa de entrada porque há sempre aqueles email que não podem esperar e de novo o copiar e colar. Foi muiito chato, mas tirei uma conclusão positiva disto tudo.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Fotojornalismo

O ATUALIDADES vai ter um novo tema: Fotojornalismo. Como já disse AQUI, estou em Lisboa durante um semestre onde escolhi cadeiras bem diferentes das que tinha em Coimbra, como Economia ou Fotojornalismo porque são sempre muito úteis para alargar horizontes e não ficar a saber muito apenas de uma área, embora elas se complementem e sejam muito úteis no dia-a-dia.
O desafio da professora foi fazer trabalhos práticos semanais que depois são apresentados em aula. Temos de ir para a rua ou ir aos nossos "arquivos" e captar fotografias que juntas contem histórias, tenham uma intencionalidade como sendo informar e não se vejam em postais. O objetivo é aprender a ver e a fotografar o mundo à nossa volta.
Brevemente vão ter o primeiro exercício aqui no blogue. Até lá, Internautas!

domingo, 23 de outubro de 2016

O crime de José António Saraiva

Devassa da intimidade, com o objetivo de invadir, ferir e lucrar com isso.


Chamaram-lhe "o livro proibido", o que chama a atenção porque, ou o que o autor escreveu é crime, ou a editora Gradiva não quis ver que o era, o que seria estranho. Publicou e “voltaria a fazer o mesmo” (disse o editor da Gradiva) porque o lucro era superior aos riscos. Ou porque publicaria algo “proibido”?
Quando Saraiva contactou a editora que em tempos foi do seu pai,  António José Saraiva, dizendo que tinha um livro para publicar, a Gradiva disse imediatamente que sim, sem o ter lido. A publicação de Eu e os Políticos – O que não pude (ou não quis) escrever até hoje ocorre no momento em que JAS se retira de cargos executivos no Jorna­lismo.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Fim de semana...

O post de fim de semana vai ter um tema diferente. Um livro que tem disputado polémica. Em que ponto fica o Jornalismo e os jornalistas? Isso tudo no próximo fim de semana.


segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Arte em Ponto de Cruz

A artista Raquel Medeiros decora em ponto de cruz as ruas do país que a viu nascer. Espanha ganha cor com peças coloridas colocadas em redes metálicas. Colocadas em edifícios devolutos ou em paredes nas quais tem permissão dos donos para as colocar, Raquel Medeiros cria peças que dão nas vistas onde ficam instaladas.

Picture
Foto: DR
Foto: DR
Foto: DR

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Pedir fatura?

"Pequenos-almoços, almoços e lanches no Pingo Doce, Jumbo, Continente, Intermarché e afins entram como despesa de “restauração” no IRS a entregar no ano que vem. Percebi, enquanto jornalista ligado à área das finanças pessoais, que muitas pessoas pensam que pastelarias não contam e muito menos em hipers. Tudo conta (veja a caixa ao lado), mesmo em sítios menos habituais como hipermercados."

Desde que li a notícia no Expresso (ou esta) que penso se ganho em pedir fatura com IRS. Hei de fazer as contas.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Caminhos

Passado, presente e futuro andam sempre de mãos dadas no meu caminho. Cresci numa aldeia onde para ter acesso a uma fotocópia ou a um jornal tenho de pedalar 10 km. A televisão é portanto o meio mais fácil que tenho para aceder às notícias do dia ou para viajar. Sempre viajei muito, portanto. Mas com um olhar filtrado por câmaras e por outras pessoas que dão a conhecer espaços muito diferentes da minha realidade.
O campo põe-nos a pensar e as dificuldades desafiam-nos. Aqui não há grandes empresas, metro, só passam os autocarros dos colégios, a escola quase não tem alunos e os idosos são a maioria dos habitantes. Ouvem-se os pássaros e o galo a cacarejar. Os carros também passam, numa estrada mais distante. As cores mais vivas desta terra são o verde das árvores e o azul do céu. Destacam-se, sem dúvida.
A qualidade de vida é muito diferente da da cidade. Do caótico, da poluição, das correrias para apanhar o metro, do cheiro a transpiração das pessoas que vão enlatas no metro. Na cidade há sempre coisas para ver e fazer, entre conferências e espetáculos musicais de alta performance. Sente-se a competição entre quem vai conseguir lugar sentado no autocarro ou quem vai ter a melhor nota da turma. Todos têm objetivos e querem lutar por eles. Uns decidem passar por cima dos outros, outros preferem ter meios corretos para atingir metas.
A cidade e o campo são pontos divergentes e é complicado dizer qual o melhor. A cidade dificilmente sobrevive sem o campo.
Quem parte do campo para a cidade confronta-se com um choque a vários níveis. Tudo é diferente. Só os produtos da terra são iguais, mas depois os seus preços voltam a chamar a atenção para a diferença. Na minha terra, há uma "estrada principal" e outras pequenas ramificações, enquanto que na cidade as estradas não têm fim e cruzam-se, entrecruzam-se e voltam a cruzar-se novamente; e há restaurantes e cafés em cada esquina; cada rua tem uma estória para contar e em cada canto há um caminho diferente, novo.
Da aldeia parte quem não tem raízes de advogados, professores ou médicos. Parte quem sempre viu o mundo por uma caixa mágica e que agora quer ser mais e melhor sem pisar ninguém, simplesmente ser quem é num mundo com tantas desigualdades. Uns partem a meio da corrida, eu parto mais atrás com todas as diferenças que isso me faz carregar às costas.    



terça-feira, 4 de outubro de 2016

Fundação Champalimaud em Imagens


"Este projeto utiliza os mais elevados níveis de ciência e medicina contemporânea para ajudar as pessoas a lutar contra problemas reais. E para acolher estas atividades pioneiras, nós tentámos criar um peça de arquitetura. Arquitetura como escultura. Arquitetura como beleza. Beleza como terapia." (Charles Correa, arquiteto da Fundação Champalimaud)


 

sábado, 1 de outubro de 2016

Novidade Nas Gavetas Encondidos

Há nove dias atrás contei-vos a história de Jair da Silva, brasileiro desempregado que distribuía cartões de apresentação nos semáforos de São Paulo. Hoje recebi a notícia de que já está empregado. Conseguiu. Por não ter baixado os braços, por durante 30 dias ter distribuído o seu Curriculum de forma original e, claro, graças também à ajuda dos meios de comunicação social em geral.
A sua mensagem é que não desistam dos sonhos, tudo é possível.



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