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domingo, 4 de dezembro de 2016

Ciclismo


 

Ignorado é a palavra que melhor descreve, para mim, o desporto em Portugal e, neste caso, o ciclismo. Nas cidades, podem ver pelas fotografias, há uma tentativa de valorização do ciclismo por haver cafés vocacionados a ciclistas ou pela existência (escassa) de ciclovias, embora estas estradas não existam em todos os lugares e muitas vezes sejam usadas pelos peões. Em Lisboa há até uma plataforma própria, no canto da maioria das escadas (do metro ou não) que permite transportar a bicicleta facilmente.

Andar de bicicleta não são só vantagens, eu que o diga. Há a possibilidade de mau tempo, o cansaço, as subidas infinitas, a estrada sem fim, mas há também o desfrutar da paisagem e não só. Na aldeia, andar de bicicleta não é assim tão simples, até porque não há passeios ou ciclovias, andamos lado a lado com os carros que por vezes parecem passar de raspão na bicicleta. Já apanhei muitos sustos e já conheci ciclistas que foram parar ao hospital pela irresponsabilidade dos condutores mas também pela desvalorização da bicicleta enquanto meio de transporte ou simplesmente de diversão.

Este foi o tema que mais gozo me deu fazer, de toda a série de trabalhos semanais para Fotojornalismo. É o documentar o ciclismo em Lisboa.





terça-feira, 22 de novembro de 2016

Movimento

O tema de Fotojornalismo é movimento. Lembro-me de imediato de desporto, de esforço físico e da interação que a prática desportiva proporciona. 


O retrato de um treino individual de um atleta no parque Eduardo VI que, curiosamente, sempre que via a câmara acelerava a corrida. Assim obtive o arrastamento do corpo do atleta na imagem.

No Cais do Sodré houve uma corrida que decidi fotografar. Procurei ângulos pouco comuns, reforçando o movimento, os gestos.



O atleta que abre os braços quando passa pelo carro dos bombeiros que estava a deitar água para refrescar quem já tinha feito 30 quilómetros de corrida.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Os preparativos a um mês do Rio 2016

O Brasil prepara-se para receber os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, marcados para 5 de agosto. O evento “pode ser grande fracasso se alguns passos não forem tomados”, alerta o governador em exercício do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles.

Transportes e segurança são as prioridades. Apesar dos recentes cortes no orçamento do Estado e dos salários em atraso, o Brasil mobilizou um inédito aparato de 85 mil membros de forças de segurança para proteger atletas, espectadores e funcionários. A um mês da competição, falta concluir as linhas de metro projetadas para assegurar que os visitantes se mantenham longe das zonas mais perigosas da cidade. Segundo o governador interino, “o Estado deve mais de 400 milhões de reais (mais de 100 milhões de euros), às empresas responsáveis pelas obras”. 

No decreto de junho, Francisco Dornelles declarou o “estado de calamidade” do país por causa da grave crise financeira que está a afetar a preparação dos Jogos. “A resposta do Governo foi a promessa de uma transferência de 2,9 mil milhões de reais (cerca de mil milhões de euros) em fundos de emergência”, refere o Expresso.


Está ainda por resolver a questão da saúde pública. Cinco atletas recusaram disputar a competição pelo risco de contração do vírus Zika. Em entrevista ao G1, o cientista americano Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID), diz que o Zika não deve ser um problema durante o evento desportivo. 

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Futebol à Parte #4

Foto: FADU - Federação Académica do Desporto Universitário
O 7º Campeonato Mundial Universitário de Canoagem premiou atletas portugueses que levaram para casa duas medalhas de ouro, cinco de prata e uma de bronze. No total, a competição reuniu 162 atletas de 18 países em Montemor-o-Velho, Coimbra, entre 7 e 10 de junho.

domingo, 5 de julho de 2015

"O jogador era o analfabeto que não comia com talheres"


Jogador, analfabeto e não comia com talheres. É António Oliveira, ex-jogador de futebol do FC Porto, Bétis, Penafiel, Sporting e da seleção nacional. 

"Qualquer gajo pode ser doutor, mas, jogar à bola, pode andar 100 anos que não chega lá". António cursou Direito para provar à Mãe que essa afirmação era verdadeira e terminou a licenciatura aos 54 anos. O lema "por cada leão que cair, outro se levantará veio da [sua] cabeça" e não adianta explicações.

Numa entrevista ao Expresso, quando lhe perguntam "de todos os jogadores com quem jogou, qual o melhor" responde ser "o Oliveira", mas não diz explicitamente que se refere a ele próprio. Não obstante, António Oliveira tem um percurso notável no mundo do futebol. 

O "menino Toninho" foi aos 15 anos a um treino às escondidas dos pais e foi escolhido para os juvenis do FC Porto. A condição para lá jogar era continuar a estudar, pelo que Oliveira foi estudar para o lar do FC Porto. Logo aos 17 anos foi chamado ao plantel principal.

“Não admitia que nenhum jogador ganhasse mais um

cêntimo do que eu. Podia ganhar igual; mais não.”

Ganhou o galardão Associação dos Jornalistas de Desporto (CNID) três vezes (1978, 81 e 82). O prémio distingue o melhor futebolista português e "até ao Eusébio eu ganhei alguns prémios", afirma com orgulho.



Texto com base em:
Expresso, 14 de março de 2015, pps. 52 e 53
Imagem Rui Duarte Silva

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Futebol à Parte #2

DR

A seleção portuguesa foi a que mais medalhas conquistou em prova. CINCO medalhas para Portugal no Boccia World Open - Poznan (Polónia) 2015. A Delegação Portuguesa tinha 11 atletas em prova dos quais 7 chegaram aos oitavos-de-final.





VERTENTE COLETIVA
  • Medalha de ouro - par BC3, composto por Armando Costa, José Macedo e Eunice Raimundo;
  • Medalha de ouro - par BC4: Domingos Vieira, Pedro Clara e Carla Oliveira;
  • Medalha de bronze - equipa BC1-BC2: António Marques, Abílio Valente, Cristina Gonçalves, Fernando FerreiraJoão Paulo Fernandes.
VERTENTE INDIVIDUAL
  • Medalha de ouro - atleta BC4 Domingos Vieira;
  • Medalha de bronze - atleta BC3 José Carlos Macedo.

O Open contou com 143 participações de 31 países.

© Federação Portuguesa de Desporto para pessoas com deficiência (FPDD)

Fontes de Informação

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Futebol à parte #1

[em atualização]
Os Primeiros Jogos Europeus em Baku, Azerbeijão, estão a dar frutos para Portugal. Duas medalhas de ouro, quatro de prata e uma conquista na prova de pistola de ar.

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