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terça-feira, 28 de junho de 2016

Casada à Força


Porrada
Fuga. 
Casamento forçado. 
Um filho. 
Violência. 
Tribunal. 
Loucura. 
Pais. 
Porrada
Anorexia. 
Humilhação

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Opinião: Escrava do Estado Islâmico

Foto: Cláudia Pereira

Ver a história como real dá arrepios: as pessoas suicidam-se para não serem mortas pelo Estado Islâmico; as mulheres mais bonitas são violadas; os jovens são instruídos e um dia talvez morram com explosivos à cintura. Esta é a realidade dos “países sempre em guerra”, como são conhecidos, e que é descrita por Jinan, antiga refém e Escrava do Estado Islâmico. Aos 18 anos foi raptada pelo Estado Islâmico por ser iazidi (uma minoria religiosa curda existente no norte do Iraque).
«Para dizer a verdade, o medo reina em absoluto há alguns meses. Propagou-se desde a Síria até ao Iraque em maio, quando os rebeldes sunitas anunciaram que aboliam as fronteiras para reconhecerem um único país: a Mesopotânea. Para nós, iazidis, o Estado Islâmico no Iraque e no Levante, é Daesh, o seu nome islâmico» (p.15).
A brigada de vigilância já tinha suspeitas. O comércio e a agricultura estavam sem vida. As ruas vazias. Toda a gente o temia. Seria necessário evacuar a aldeia? Nada foi feito até que a aldeia é atacada pelo Daesh. A ofensiva do Estado Islâmico causa um pânico geral. As pessoas fogem o mais rápido possível. As casas e os seus bens passam a ser do Estado Islâmico. As mulheres com lenços a proteger a cabeça do sol de agosto de 2014, os homens com turbantes. Refugiam-se. Algumas famílias vão para locais que os peshmerga (soldados curdos) aconselha(ra)m.
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