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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Segunda Tentativa

Parte 1 - AQUI.

2 de fevereiro de 2016
Hoje a Mãe trouxe-me um pastel de nata. Ela não se justificou mas, para mim, foi um "parabéns" expresso num bolo delicioso. Ontem passei no código. Sim, passei no exame teórico no qual chumbei há uns meses a esta parte. Dessa outra vez, quando entrei na sala de exames comecei a tremer literalmente dos pés à cabeça. Não conseguia ler cuidadosamente as questões nem as opções de resposta e, claro, o meu perfeccionismo deu azo a um "reprovou". Vim o caminho do centro de exames à escola de condução com um peso nos ombros, as ideias enroladas em pensamentos negativos e o corpo sem reação. A viagem parecia não ter fim. Depois da chegada à escola, fui de bicicleta até casa, durante uns longos 16 km, a chorar. Era de noite.
Vim o caminho todo a pensar como contava à minha Mãe. Quando cheguei, ainda a chorar, expliquei que tinha ido a exame e dei-lhe o papel a dizer "reprovou".
Depois de uma longa conversa com a minha Mãe, abri os olhos. Foi bastante difícil reerguer a cabeça, colocar as costas direitas e olhar em frente. Porém, depois de pensar em tudo, agradeço o abanão que me deram porque me ensinou muito.


Após ter chumbado, as aulas começaram 6 dias depois e ainda nem tinha recuperado do abanão. Ninguém sabia que eu estava a tirar a carta, muito menos que eu tinha feito exame de código. Esforcei-me imenso para passar nos exames todos à primeira, na época contínua e com boas notas. Assim tive um mês em casa. Passei a maioria dessas "férias" na escola de condução. Ia para lá bem cedinho fazer os testes no computador, chegava a casa e estudava código. A professora de código sempre que passava por mim dava-me uma palavra amiga e dizia que era melhor eu fazer uma pausa. Duas semanas depois a professora viu-me no computador e desafiou-me ir a uma aula. Eu fui mas já não era tão bom ir àquelas aulas porque já não conhecia aqueles colegas. 
Dediquei um mês tempo ao código, fazia desporto e procurei ter uma alimentação saudável. Também não tinha outras grandes tarefas em simultâneo, para além do blogue, pelo que andava muito focada em passar no código.
Em casa, o meu estudo consistia em ler o livro, passar a limpo os apontamentos gatafunhados que tinha feito há uns meses nas aulas, e depois reescrevia as perguntas e respostas dos testes de exame. Todos os dias estudava as partes mais difíceis, como sendo as cedências de passagem. Marquei exame uma semana antes e, desta vez, contei à minha Mãe que ia a exame pelo que tudo foi bem mais fácil com o apoio de alguém.
Fui mais confiante para o centro de exames. Quando entrei naquele centro os nervos ainda começaram a aflorar mas eu expulsei-os com pensamentos positivos porque, afinal, tinha cumprido todas as recomendações anti-stress.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Lisboa


(Re)start foi o anúncio que vos dei no Instagram. Ainda a pensar se será um começo ou um recomeço? Sei apenas que antes de chegar estava cheia de medos e indecisões, mas depois de uma visita por alguns cantos da cidade, fui deixando as pegadas com os receios para trás.
A partir do momento em que se sabe andar nos transportes públicos, tudo se torna mais fácil e é como se a cidade que outrora era gigante e sem fim, se tornasse mais pequena. 
Estou a fazer mobilidade em Lisboa através do programa Almeida Garrett que permite fazer intercâmbio entre as diferentes universidades do país. Por aqui vou ficar durante um semestre o que significa que tenho de começar a dar ao chinelo se quero cumprir alguns objetivos. Não vim só para estudar, vim para aproveitar as muitas oportunidades que esta capital dá que outras cidades/aldeias/vilas não dão. Vamos a isso!

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O Código


Finalmente tenho a carta de condução! Quarta-feira, 24 de agosto, fui a exame e hoje quero-vos falar de como foi todo o processo até a obter. Digo já que não foi nada fácil. Durante todo este tempo procurei informação na Internet e senti falta de mais pessoas a falar sobre a sua experiência, por isso vou-vos contar a minha. Se já tiverem a carta podem sempre contar a vossa história.

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