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domingo, 23 de outubro de 2016

O crime de José António Saraiva

Devassa da intimidade, com o objetivo de invadir, ferir e lucrar com isso.


Chamaram-lhe "o livro proibido", o que chama a atenção porque, ou o que o autor escreveu é crime, ou a editora Gradiva não quis ver que o era, o que seria estranho. Publicou e “voltaria a fazer o mesmo” (disse o editor da Gradiva) porque o lucro era superior aos riscos. Ou porque publicaria algo “proibido”?
Quando Saraiva contactou a editora que em tempos foi do seu pai,  António José Saraiva, dizendo que tinha um livro para publicar, a Gradiva disse imediatamente que sim, sem o ter lido. A publicação de Eu e os Políticos – O que não pude (ou não quis) escrever até hoje ocorre no momento em que JAS se retira de cargos executivos no Jorna­lismo.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Opinião: Ronaldo atira microfone da CMTV a lago

O jornalista da CMTV, Diogo Torres, perguntou ao jogador: “Ronaldo, preparado para este jogo, hoje?” e, na sequência desta pergunta, o avançado da seleção portuguesa agarrou no microfone e atirou-o para o lago. 


De um lado o ato de atirar um microfone a um lago na sequência de uma questão de um jornalista e, do outro, o facto da CMTV ter entrado numa área onde não era permitida a entrada de jornalistas para questões.

Ponto 1 - Era preferível dizer que não respondia ou simplesmente ficar calado ao ouvir a questão do jornalista em vez de atirar o microfone ao lago. Se a fonte tem direito a não responder, o jornalista tem direito de resposta.

Ponto 2 - A CMTV entrou num local onde não era permitida a entrada de jornalistas. 

Ponto 3 - A CMTV deve apresentar queixa, sobretudo caso o microfone tenha ficado danificado.

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